O jogo começou com o 5 habitual: Panão, Filipe, Gonçalo, Tiago e Teixeira.
No banco, destaque para o regresso de Emanuel (guarda-redes), a acompanhar Gil, Ricardo, Jorge Melo e Elmano.
O jogo começou muito morno e o Crecus foi a primeira equipa a marcar perto dos 5’.
Reagindo ao golo, a equipa da casa mostrou” os dentes” e fez o resto da 1ª parte com mais concentração e calma, chegando assim ao 3-1. Os golos foram marcados por Gonçalo 10’ (do meio do campo, com bom remate), Filipe 15’ (excelente golo, através de um remate fortíssimo, a passe de Gonçalo) e novamente Gonçalo aos 20’.
O 4º golo do Beira-Mar esteve perto numa boa jogada colectiva que termina com Filipe a rematar ao poste.
A equipa prometia, dava bons indicadores e acreditava-se numa vitória perante um adversário trabalhador mas aparentemente menos produtivo.
No intervalo, reforçou-se o pedido de concentração para um jogo que parecia alcançável mas que requeria prudência pois o Crecus já tinha mostrado que não vinha a Aveiro para entregar os 3 pontos.
A 2ª parte parecia de outro jogo. Para esquecer.
3-2, 3-3 e 3-4 foram seguindo-se naturalmente já que o Crecus nunca desistiu e sempre de contra-ataque (pareciam repetições) e com tabelas simples e directas, chegou à vitória, levou os 3 pontos e passou o Beira-Mar na tabela classificativa, remetendo-o para o 6º lugar.
No final a desilusão era geral, de pais, treinadores e directores. Quem menos pareceu preocupado, algo que se vem repetindo, foi a equipa. Diga-se que estes jovens com bastante qualidade, que poderiam fazer mais, não “fervem”, não mostram “emoção” (salvo algumas excepções que agora não interessa destinguir, pois é da equipa que se trata, no fundo).
Claro é, que se trata de Futsal de Formação, e por isso o mote dado pelos técnicos e directores foi: mais do que vitórias, o que gostamos de ver no Beira-Mar é dedicação, espírito, garra. Nunca será criticado o jogador ou equipa que perdeu, se ficar provado no campo o seu esforço para vencer.
No Próximo dia 10 os iniciados vão a Oliveira do Bairro defrontar os Atómicos, equipa que ocupa o último lugar da tabela classificativa.